Sexta-feira, 21 de Março de 2008
Momentos Com Fidel Castro

Bandiera Rossa editou às 16:41
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2007
Há 40 anos CHE foi assassinado duma forma covarde

Bandiera Rossa editou às 17:37
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Terça-feira, 11 de Setembro de 2007
O fim dum governo democráticamente eleito

SALVADOR ALLENDE
(Valparaiso, Chile, 1908 - Santiago do Chile, 1973)

"Tengo fe en Chile y su destino. Superarán otros hombres el momento gris y amargo, donde la traición pretende imponerse. Sigan ustedes sabiendo que, mucho más temprano que tarde, se abrirán las grandes alamedas por donde pase el hombre libre, para construir una sociedad mejor."


Como Presidente do Chile sob o governo de Unidade Popular, Salvador Allende Gossens ficará para a história como o primeiro líder político a dirigir uma tentativa de “transição pacífica” para o socialismo dentro da legalidade constitucional.

Nascido numa velha família da burguesia de Valparaiso que desde há muito se reclamava do livre-pensamento, aderiu muito novo à franco-maçonaria. Estudante de medicina, vice-presidente da Federação dos Estudantes de Santiago, foi por diversas vezes preso e expulso da universidade. Mas foi a sua descoberta da miséria, através do seu trabalho como médico dos bairros pobres, que o lançou na acção política.

Em 1933, foi co-fundador do Partido Socialista Chileno ao qual nunca mais deixou de pertencer. Em 1938, já eleito deputado, dirigiu a campanha do radical Aguirre Cerda, primeiro presidente da Frente Popular. Em 1942, ministro da Saúde, lançou um plano de segurança social operária. Foi senador a partir de 1945, e depois, em 1952, 1958 e 1964, por três vezes candidato derrotado à presidência da República. Acabaria por vencer no dia 4 de Setembro de 1970, com 36,3% dos votos, à frente do candidato conservador Jorge Alessandri (34,98%) e do candidato democata-cristão Radomiro Tomic (27,84%). Apoiado por uma coligação de Unidade Popular que ia dos comunistas até aos radicais e aos cristãos de esquerda, Salvador Allende deveu também a sua eleição ao grande prestígio que tinha junto de muitos sectores da população chilena. Eram-lhe muitas vezes apontados como característica pessoal que transportava para a acção política a convicção, o calor humano e também o gosto pelas coisas boas da vida.

O seu governo propôs-se então transformar, pela via da legalidade, as estruturas económicas e sociais do Chile, libertando o país da completa dependência que, nestes domínios, experimentava em relação aos Estados Unidos.

O vigor com o qual Allende apoiou certas medidas, como a nacionalização das minas de cobre em Julho de 1971, não o impediu de adoptar, tanto no domínio interno como no plano internacional, uma atitude quase sempre moderada. Ficou, aliás, muitas vezes em minoria dentro do seu próprio partido, que propunha medidas mais radiciais, apoiando-se então nos comunistas e nos sociais-democratas que pretendiam "consolidar" as conquistas antes de "avançar" para outras etapas. Quando as dificuldades económicas se multipicaram a partir de 1972, Salvador Allende deu uma atenção especial ao problema das forças armadas. Apesar da reputação de profissionalismo e de apoliticidade destas últimas, um sector militar tentou, em 1970, impedir a instalação de Allende na chefia do Estado. O presidente contava acima de tudo com as suas relações pessoais com um certo número de oficiais, obtidas especialmente através das suas ligações com a maçonaria, e com a sua capacidade para negociar. Após a demisssão, em 23 de Agosto de 1973, do general Prats, até essa altura o seu apoio mais firme no interior do exército, ofereceu a sua confiança política ao general Augusto Pinochet, que substituíra Prats como comandante em chefe das forças militares chilenas.

Os problemas agravaram-se durante o inverno austral de 1973 (inflação galopante, diversos motins, pressões do M.I.R., Movimento da Esquerda Revolucionária, e do movimento fascista Pátria e Liberdade) enquanto os partidos da Unidade Popular se desentendiam a propósito da política a seguir. Salvador Allende preparava-se para anunciar em 11 de Setembro um referendo a propósito da política do seu governo quando foi apanhado de surpresa pela rebelião militar. Quando, durante a manhã, o exército iniciou o levantamento, fechou-se com um punhado de fiéis no palácio presidencial de La Moneda. Recusando as ofertas da Junta Militar para deixar o país, ele próprio dirigiu a defesa do palácio durante longas horas. O governo militar acabará por anunciar a 12 de Setembro que ele se teria sucidado depois de constatar a impossibilidade de resistir. Mas as contradições entre as sucessivas versões contadas pelo novo poder, assim como o carácter de Salvador Allende, permitem-nos concluir que terá morrido de armas na mão.

Foi sepultado anonimamente em Valparaiso, a sua cidade natal, tendo a sua família sido forçada ao exílio (como aconteceu com a escritora Isabel Allende, sua sobrinha), tal como muitos milhares de chilenos que conseguiram escapar à feroz repressão dos militares.

 

Bandiera Rossa editou às 18:17
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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2007
Aniversário de Fidel Castro

Fidel Castro, faz hoje 81 anos.

Parabéns para ele e para Cuba que tem uma sociedade sem explorados e exploradores, onde os EUA não conseguem dominar como o fazem na maioria dos países do mundo e que apesar dum injusto bloqueio económico e comercial Cuba vai sobrevivendo e mostrando ao mundo que o comunismo é viável.

Parabéns camarada Fidel.

viva Fidel, viva Cuba, viva o Socialismo.
Bandiera Rossa editou às 17:31
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Quinta-feira, 12 de Julho de 2007
Bandiera Rossa

Bandiera Rossa editou às 20:45
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Sexta-feira, 29 de Junho de 2007
Playa Giron

Bandiera Rossa editou às 21:41
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Sábado, 2 de Junho de 2007
Fidel Castro: Que es Revolucion

Bandiera Rossa editou às 13:24
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Quarta-feira, 30 de Maio de 2007
Hoje estamos em greve

Aqui estamos de greve...
 

Bandiera Rossa editou às 16:04
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2007
Salvador Allende

Ultimo Discurso de Salvador Allende
11 de septiembre de 1973

…Pagaré con mi vida la defensa de principios que son caros a esta patria. Caerá un baldón sobre aquellos que han vulnerado sus compromisos, faltando a su palabra, roto la doctrina de las Fuerzas Armadas.

El pueblo debe estar alerta y vigilante. No debe dejarse provocar, ni dejarse masacrar, pero también debe defender sus conquistas. Debe defender el derecho a construir con su esfuerzo una vida digna y mejor.

Una palabra para aquellos que llamándose demócratas han estado instigando esta sublevación, para aquellos que diciéndose representantes del pueblo, han estado turbia y torpemente actuando para hacer posible este paso que coloca a Chile en el despeñadero.

En nombre de los más sagrados intereses del pueblo, en nombre de la patria los llamo a ustedes para decirles que tengan fe. La historia no se detiene ni con la represión ni con el crimen. Ésta es una etapa que será superada, éste es un momento duro y difícil. Es posible que nos aplasten, pero el mañana será del pueblo, será de los trabajadores. La humanidad avanza para la conquista de una vida mejor.

Compatriotas: es posible que silencien las radios, y me despido de ustedes. En estos momentos pasan los aviones. Es posible que nos acribillen. Pero que sepan que aquí estamos, por lo menos con este ejemplo, para señalar que en este país hay hombres que saben cumplir con las obligaciones que tienen. Yo lo haré por mandato del pueblo y por la voluntad consciente de un presidente que tiene la dignidad del cargo…

Quizás sea ésta la última oportunidad en que me pueda dirigir a ustedes. La Fuerza Aérea ha bombardeado las torres de Radio Portales y Radio Corporación. Mis palabras no tienen amargura, sino decepción, y serán ellas el castigo moral para los que han traicionado el juramento que hicieron.

Soldados de Chile, comandantes en jefe y titulares… …al almirante Merino… … El general Mendoza, general rastrero que sólo ayer manifestara su solidaridad y lealtad al gobierno, también se ha denominado director general de Carabineros.

Ante estos hechos sólo me cabe decirle a los trabajadores: Yo no voy a renunciar. Colocado en un tránsito histórico pagaré con mi vida la lealtad del pueblo. Y les digo que tengo la certeza que la semilla que entregáramos a la conciencia digna de miles y miles de chilenos no podrá ser cegada definitivamente. Tienen la fuerza, podrán avasallarnos, pero no se detienen los procesos sociales ni con el crimen, ni con la fuerza. La historia es nuestra y la hacen los pueblos.

Trabajadores de mi patria: Quiero agradecerles la lealtad que siempre tuvieron, la confianza que depositaron en un hombre que sólo fue intérprete de grandes anhelos de justicia que empeño su palabra en que respetaría la constitución y la ley, y así lo hizo. Es este momento definitivo, el último en que yo pueda dirigirme a ustedes. Espero que aprovechen la lección. El capital foráneo, el imperialismo, unido a la reacción, creó el clima para que las Fuerzas Armadas rompieran su tradición: la que les señalo Schneider y que reafirmara el comandante Araya, víctima del mismo sector social que hoy estará en sus casas esperando con mano ajena conquistar el poder para seguir defendiendo sus granjerías y sus privilegios. Me dirijo, sobre todo, a la modesta mujer de nuestra tierra: a la campesina que creyó en nosotros; a la obrera que trabajó más, a la madre que supo de su preocupación por los niños. Me dirijo a los profesionales de la patria, a los profesionales patriotas, a los que hace días están trabajando contra la sedición auspiciada por los colegios profesionales, colegios de clase para defender también las ventajas de una sociedad capitalista.

Me dirijo a la juventud, a aquellos que cantaron y entregaron su alegría y su espíritu de lucha; me dirijo al hombre de Chile, al obrero, al campesino, al intelectual, a aquellos que serán perseguidos, porque en nuestro país el fascismo ya estuvo hace muchas horas presente en los atentados terroristas, volando puentes, cortando las vías férreas, destruyendo los oleoductos y los gasoductos, frente al silencio de los que tenían la obligación de proceder… …la historia los juzgará.

Seguramente Radio Magallanes será acallada y el metal tranquilo de mi voz no llegará a ustedes. No importa me seguirán oyendo. Siempre estaré junto a ustedes, por lo menos mi recuerdo será el de un hombre digno que fue leal con la patria. El pueblo debe defenderse, pero no sacrificarse. El pueblo no debe dejarse arrasar ni acribillar, pero tampoco puede humillarse.

Trabajadores de mi patria: Tengo fe en Chile y su destino. Superarán otros hombres el momento gris y amargo, donde la traición pretende imponerse. Sigan ustedes sabiendo que, mucho más temprano que tarde, se abrirán las grandes alamedas por donde pase el hombre libre, para construir una sociedad mejor.

¡Viva Chile, viva el pueblo, vivan los trabajadores!

Éstas son mis últimas palabras, teniendo la certeza de que el sacrificio no será en vano. Tengo la certeza de que, por lo menos, habrá una sanción moral que castigará la felonía, la cobardía y la traición.

Salvador Allende

Bandiera Rossa editou às 20:41
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Sexta-feira, 20 de Abril de 2007
Ainda Cuba...

Ao povo dos Estados Unidos e os seus representantes no Congresso



Prezados amigos,

Há cinco anos, os sucessos do dia 11 de setembro comoveram profundamente a todos nós. Compartilhamos a dor das vítimas e seus familiares. Condenamos sem reservas esses atos terroristas. É por isso, que os cidadãos e organizações da Europa chamamos sua atenção sobre o caso dos cinco prisioneiros cubanos: Gerardo Hernández, Ramón Labañino, René González, Fernando González e Antonio Guerrero.

O povo dos Estados Unidos tem o direito de defender-se do terrorismo, Cuba também tem esse direito. Portanto, esperamos que vocês compreendam que o povo cubano partilha essa necessidade. Sabe-se que desde os anos sessenta os grupos terroristas anticubanos operam em Miami visando atacar Cuba. Esses grupos empregam diversos métodos, designadamente o assassinato de civis, a explosão de bombas e outros atos terroristas contra o povo cubano. Alguns cidadãos estadunidenses também foram vítimas dessas ações. É lógico que Cuba tente evitar que ocorram atos dessa natureza no seu território. No passado, o FBI se opôs a todo tipo de cooperação com o governo cubano nesse sentido. Por isso, Cuba enviou pessoas para monitorar as atividades desses grupos terroristas em Miami e obter informação com o objetivo de prevenir ataques em seu território.


Em 12 de setembro de 1998, cinco cubanos foram presos pelo FBI. Foram sentenciados e condenados a penas que vão desde 15 anos de privação de liberdade até dupla prisão perpétua consecutiva quando o seu único delito foi proteger o povo cubano contra as atrocidades dos terroristas. O julgamento foi injusto. O caso foi julgado em Miami onde era impossível garantir um julgamento verdadeiramente justo e imparcial para os “Cinco Cubanos”. Altos oficiais militares estadunidenses testemunharam no processo que em nenhum momento os Cinco representaram uma ameaça para a segurança nacional dos Estados Unidos. O governo não pôde apresentar evidências para sustentar a acusação principal: conspiração para cometer espionagem e conspiração para cometer assassinato. Neste último caso, o Governo tentou, em vão, justificar essa acusação e reconheceu por escrito não poder sustentá-la com provas. Contudo, os cinco foram considerados culpáveis de todos os cargos. As condenas que receberam são severas e o tratamento desumano. Às esposas e filhos de dois deles negaram-lhe o direito de visitá-los.

Em 27 de maio de 2005 o Grupo de Trabalho das Nações Unidas para as Detenções Arbitrárias solicitou ao Governo dos Estados Unidos que se adotassem medidas para libertar os Cinco.

Em 9 de agosto de 2005 o tribunal de Atlanta concluiu que o julgamento de Miami não era válido e anulou as sentenças, ordenando a realização de um novo julgamento. No entanto, um ano mais tarde, o plenário desse tribunal – obviamente sob uma pressão política extrema – revogou essa decisão.

Esses juízes emitiram a sua decisão precisamente quando em Miami se invoca a acabar com Cuba como nação soberana, são ocupados arsenais de armas destinados a ações terroristas contra a ilha, representantes dos grupos terroristas fazem declarações públicas nas que com total impunidade reconhecem as suas malfeitorias e proíbem-se livros infantis sobre Cuba.

Na Europa, dezenas de milhares de pessoas assinaram petições que exigem a libertação de Gerardo, Ramón, René, Fernando e Antonio. Esperamos que o povo estadunidense e seus representantes eleitos apóiem nossa demanda ao governo dos Estados Unidos para a imediata libertação dos Cinco. Confiamos que apoiarão esta justa petição.

 


para assinar esta carta visite o link   abaixo:

http://www.freeforfive.org/home3/euro_camp/index.php?lang=pt

 

Bandiera Rossa editou às 21:36
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